Não. A inteligência artificial não substitui a responsabilidade técnica nem a decisão do engenheiro ou arquiteto. Ela automatiza parte das atividades operacionais e pode ampliar a capacidade de análise desses profissionais.
A tecnologia funciona como uma espécie de triagem: consegue percorrer grandes volumes de informações, organizá-las e destacar possíveis inconsistências e problemas que merecem atenção.
Com a automação de tarefas repetitivas, como conferências, organização de informações e buscas manuais, o tempo economizado pode ser direcionado para atividades que exigem conhecimento técnico, experiência e julgamento, como avaliação de riscos, comparação de alternativas e análise de impactos. Cabe ao profissional avaliar o contexto, verificar as informações e tomar a decisão técnica.
Assim, a inteligência artificial atua como apoio ao trabalho do engenheiro e do arquiteto, ampliando sua capacidade de análise sem substituir sua responsabilidade profissional.

